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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Muita dor e sofrimento em MT, onde a PM admitiu erro em operação que feriu idosos e crianças

Comando investiga 16 militares acusados de agressão durante reintegração de área

Sérgio Thompson/Defensoria Pública
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Para Comando da PM, operação do 9º Batalhão no Jardim Humaitá foi desastrada
KATIANA PEREIRA
DA REDAÇÃO
O Comando da Polícia Militar abriu um inquérito para apurar as responsabilidades no episódio que envolveu 16 militares do 9º Batalhão, na quinta-feira (12), em atos de violência contra moradores do bairro Jardim Humaitá, na Zona Sul de Cuiabá.

Devido à ação violenta dos militares, um processo de reitegração de posse quase terminou em tragédia, no final da manhã de ontem.

Casas foram destruídas e crianças e idosos foram baleados com projéteis de borracha.

Além disso, algumas pessoas foram agredidas com golpes de cacetetes, conforme denúncia feita por meio de Defensoria Pública (Leia mais AQUI).

Em entrevista coletiva, na manhã desta sexta-feira (13), o chefe do Comando Regional 1 da PM, coronel Jadir Metello da Costa, admitiu que houve erro na execução da operação e que a irregularidade será apurada com a instauração de um Inquérito Policial Militar (IPM).

Segundo Metello, o Comando da PM não tinha conhecimento da desastrada operação e que, embora tivesse tomado conhecimento da liminar determinando a desapropriação da área, não havia sido montada uma estratégia, adequada para esse tipo de operação.

Nesse intervalo de tempo, conforme o coronel, oficiais de Justiça, de posse da liminar de reintegração, foram ao batalhão mais próximo - o 9º - e pediram ajuda para cumprir a medida judicial.

Metello disse que o inquérito terá a duração de 30 dias e que os 16 militares alvos de investigações não serão afastados das atividades da corporação.

O mandado de reintegração de posse, que expedido no último dia 3, obrigava a retirada das famílias que estavam ocupando uma área particular.

Um trecho da decisão destaca que, para o devido cumprimento do mandado de reintegração, poderia ser usado reforço policial “apenas auxiliar para manter a ordem e garantir a integridade física dos envolvidos”.

Por volta das 11 horas de ontem, os moradores foram surpreendidos por dois oficiais de justiça, 16 policiais militares e um trator.  Mídia News

Assim que as casas começaram a ser derrubadas, os moradores reagiram e a confusão começou.

Segundo a Defensoria Pública, foi então que a PM começou a atirar, com projéteis de borracha, e a usar spray de pimenta.

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